Nos últimos 6/7 meses a minha vida deu uma volta que nunca esperei, e talves tenham sido essas circunstâncias que acabaram por me incentivar a escrever um Blog por um lado precisava de um escape, um saco de pancada, uma vez que em casa não o posso fazer por outro tinha a ligeira esperança que o conseho de uma boa amiga se tornasse realidade:
"Escreve tudo num papel e dentro de uns tempos vais ver que tudo parece ridiculo..."
Naquela altura parecia fazer sentido e de facto tentei mas como as coisas que me atormentavam não eram tão importantes assim... Pareciam ridículas mesmo antes de passarem uns tempos acabei por parar - não na altura ainda não era um Blog - agora, esta nova fase... Os tais últimos 7 meses têm acabado comigo, tudo isto por uma situação ridicula da qual estou totalmente inocente e cada vez mais convencido que é apenas uma desculpa para uma circunstância totalmente diferente. Não vou referi-la aqui... porque os meus sabem do que falo... e além do mais a pessoa em questão ensinou-me bons modos e uma finesse suficiente para perceber que não é de bom tom apontar o dedo a ninguém - ainda que o faça.
O que é certo é que toda esta rápida alteração no curso da minha vida, na relação com as pessoas que amei, respeitei e admirei com a lealdade de um filho tem dado cabo de mim, da minha sanidade mental e sentimental, nada do que até aqui gostava me move mais, perdi noites a fio há tempos atrás a pensar nisto e apesar de hoje em dia me considerar mais conformado com a situação acho que ainda posso culpar este sentimento de perda pela minha perda de sono e só notei isso há uma meia hora atrás... quando falei com alguém que está instalado agora em csa dessa pessoa e o meu coração acelerou e desatou a perguntar como estava que nunca mais tinha conseguido saber nada dela. 'Tou na Merda, e se há 6 meses atrás tudo parecia encoberto e por isso ainda muito mais estranho - ao ponto de culpar a minha mãe pela mudança de atitude - se há três meses se fez luz e por isso tudo parecia muito mais fácil de se resolver a verdade é que hoje baixo os meus braços e desito da luta... Depois de telefonemas e tentativas frustradas de falar com a pessoa em questão, a Ruptura parece inevítavel, e inevítavel parece também a minha reacção ao proceso.
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